Três porquinhos modernos
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Três porquinhos modernos

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Uma versão contemporânea do conto de fadas dos três porquinhos, onde eles continuam tentando se salvar do lobo! E continuam construindo casas. O conto ensina que juntos podemos vencer qualquer inimigo.

Os três porquinhos cantavam músicas alegres, dançavam danças engraçadas, tocavam vários instrumentos musicais. E assim foi todo o verão.

Que porquice encantadora.

Disse a Coruja, voando sobre o prado onde eles se divertiam.

E quando chegou o outono e começou a fazer frio à noite, um dos irmãos chamado Grunhildo disse:

Todo mundo neste mundo precisa de uma casa, pessoas e animais, e nós também — porquinhos.

Oh, não agora. Quando ficar muito frio, aí pensamos nisso. Por enquanto vamos brincar.

Responderam Grunhilson e Grunhilson Júnior.

Vocês ouviram?!

A voz da Coruja ecoou naquele momento, sentada na árvore observando os irmãos.

Um Lobo apareceu em nosso bairro, ele é mau, faminto e assustador.

Oh, se você tem medo dele.

Retrucaram Grunhilson e Grunhilson Júnior.

Então fique em seu buraco.

E eles começaram a cantar em uníssono com seus grunhidos de porco em duas vozes:

Não temos medo
Do Lobo Cinzento,
Lobo Cinzento.
Onde você anda
Lobo Cinzento,
Lobo Cinzento?

Quem poderia imaginar que as palavras da Coruja sobre o lobo na floresta se tornariam verdade. Esta notícia estava na boca de todos os animais.

Os porquinhos entenderam que as coisas estavam ruins, ainda quando foram dormir. Lá fora estava bem fresco.

E pela manhã acordaram com frio, e ficou bem claro que o frio se aproximava, e precisavam construir uma casa. Nela poderiam se esconder do Lobo e se aquecer nos invernos rigorosos.

Grunhildo disse:

Vou construir uma casa de palha. Nela será quente e macio, e há tanta palha por toda parte, não preciso ir longe buscar materiais de construção, gastar dinheiro e tempo com entrega. E nem preciso chamar mestres desastrados.

E eu — de galhos e varas. Para que não se desintegre com o vento.

Respondeu Grunhilson Júnior.

Como disseram, assim fizeram.

Naquele tempo seu irmão Grunhildo estava construindo sua casa.

Ele se destacava pela inteligência e perspicácia, sabia combinar brincadeira e trabalho. Grunhildo fez uma fundação de pedra, paredes de tijolos, telhado de telhas vermelhas, instalou painéis solares nele para gerar eletricidade. Afinal, por dentro queria equipar a casa com tecnologia inteligente, e para isso era necessário ter corrente contínua.

E Grunhilson Júnior e Grunhilson continuavam cantando e dançando:

Um e dois,
E tudo pronto,
Casa construída de palha,
Três e quatro,
De galhos também,
Podemos nos divertir novamente.

O Lobo ouviu suas músicas e gritou:

Quem está fazendo barulho na floresta quando o Lobo cansado dorme?

E quando viu dois porquinhos gordos e rosados, começou a uivar de alegria:

Uau, que bebês rechonchudos! Eu só podia sonhar com isso! Que sorte! Pegar dois porcos de uma vez!

Os porquinhos ficaram assustados e correram para a casa de palha de Grunhilson.

O Lobo se aproximou de seu refúgio, coçou a orelha com a pata, e disse confuso:

O que é este monte de palha? Vou destruí-lo facilmente! Só preciso encher bem os pulmões de ar, e então sopro com toda força! Toda sua frágil cabana de palha se espalhará por todos os lados.

E o Lobo soprou. E a palha se espalhou por todos os lados. A casa desabou. E os porquinhos correram para a segunda casinha que Grunhilson construiu. O Lobo pulou atrás deles.

Oh, e o que é este frágil barraco de galhos? Ha-ha-ha! Vou quebrá-lo também, mas aqui terei que trabalhar um pouco, usar força.

E o Lobo começou a sacudir a casa de Grunhilson. Os galhos caíram, os suportes quebraram e esta frágil casinha também desabou.

Os porquinhos correram com toda força.

Ah, vejam só estes porcos rápidos! Eles estão fugindo de mim.

Gritou o Lobo.

De qualquer forma vou alcançá-los!

E agarrou suas patas traseiras. Os porquinhos corriam apenas nas patas dianteiras. À frente apareceu um enorme pinheiro.

Vamos em direções diferentes.

Gritou Grunhilson Júnior, lembrando das aulas de educação física da escola.

E eles correram em direções diferentes: Grunhilson Júnior para a direita, e Grunhilson para a esquerda. E o Lobo ficou no meio, e com toda força colidiu com o pinheiro.

As patas dos porquinhos escorregaram de suas enormes patas, e ele bateu a cabeça no tronco do pinheiro tão forte que faíscas saíram de seus olhos, e pinhas caíram em sua cabeça.

Os irmãos, ofegantes, chegaram à casa de Grunhildo. Ele abriu a porta e os deixou entrar.

Os porquinhos tremiam de medo. Lágrimas escorriam por seus focinhos.

Acalmem-se.

Disse Grunhildo.

Tudo vai dar certo! O Lobo não conseguirá destruir minha casa. Ela é forte, o vento não a derrubará, a força não a quebrará. E para vocês será uma lição de que podem cantar, brincar, dançar, se tiverem para onde correr! Pronto!

Naquele momento o Lobo correu, correu ao redor da casa, tentou destruí-la, mas apenas quebrou todas as garras e lascou os dentes. E foi embora de mãos vazias.

E dentro da casa Grunhildo decidiu fazer uma excursão para seus irmãos.

Minha casa é muito inteligente. Ela não tem fechadura, abre-se pela impressão do casco. Aqui há sensores de movimento, um mini-botão sem fio para a luz acima da bancada da cozinha, um cubo com canais de televisão programados, detector de gás e fumaça.

E no quarto, quando acordo e ainda está escuro lá fora, digo: "Bom dia!", e a luz se acende sozinha com o som da minha voz.

Quando saio do banheiro, a luz se apaga sozinha com a porta fechando, e a ventilação liga. E ainda tenho um aspirador robô. Ele limpa não apenas o chão, mas também o ar de poeira e partículas alergênicas.

Uau! Que legal!

Admiravam os irmãos.

E sabe o quê? Eu proponho que vocês morem comigo nesta casa.

Disse Grunhildo.

Mas para isso precisamos construir um segundo andar, para que haja espaço para todos.

Ótima ideia! Obrigado!

Exclamaram Grunhilson e Grunhilson Júnior.

E todos começaram a trabalhar juntos e cantaram:

Agora é importante construir
Uma nova casinha de dois andares!
Para não cair em armadilha,
Precisamos viver em uma casa forte!

O trabalho avançava rapidamente. Os porquinhos construíram o segundo andar, conectaram toda a casa a um sistema de alarme e contrataram segurança, e começaram a viver nela de forma amigável, tranquila e alegre.

Leia contos de fadas e receitas para todas as ocasiões estarão sempre à mão.

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